Embora sua posição de origem fosse a de zagueiro, atuou em outras oportunidades
improvisado na ala como lateral-esquerdo devido à sua capacidade física e boa
recomposição.
Marcelo Augusto construiu grande parte de sua formação e carreira profissional
defendendo o Botafogo, clube em que permaneceu vinculado de 1994 a 1999.
Em 1994 fez parte do time do Botafogo que conquistou o 2º turno do Campeonato
Carioca de Juniores.
Se profissionalizou em 1995.
Integrou o elenco alvinegro em conquistas expressivas no cenário nacional e
regional na segunda metade dos anos 90, sendo campeão do Campeonato Carioca de
1997 e do Torneio Rio-São Paulo de 1998 (tendo participado de cinco dos dez
jogos).
Sua estreia no time principal do Botafogo aconteceu em 24 de novembro de 1996, substituindo
Zé Carlos na derrota para a Portuguesa de Desportos, por 4 x 1, pelo Campeonato
Brasileiro, último jogo do clube no ano e seu único jogo.
Em junho de 1997, Marcelo Augusto viveu um trágico drama pessoal que repercutiu
na imprensa nacional. Ele estava na direção de um veículo modelo Fiat Tipo que
sofreu um grave acidente na cidade do Rio de Janeiro. No desastre, infelizmente
faleceu seu irmão mais novo, Alex Augusto Ferreira (de apenas 18 anos), que era
uma das grandes promessas da equipe juvenil de basquete do Botafogo na ocasião.
Ainda assim, a temporada de 1997 foi a que ele mais atuou, em 22 oportunidades.
Jogou 13 vezes em 1998 e apenas três em 1999.
No total, atuou em 39 jogos entre 1996 e 1999. Não marcou gol.
Sua última partida foi em 26 de maio de 1999, com derrota de 2 x 0 para o
Madureira, pelo Campeonato Carioca.
Depois que deixou o Botafogo, disputou o Campeonato Paraense, a Copa do Brasil
e a Série B do Campeonato Brasileiro no ano de 2003, pelo Clube do Remo (PA).
Conquistou o Campeonato Paraense desse ano.
Em dezembro de 2003 se apresentou ao Avaí, de Florianópolis (SC), como o mais
novo reforço do clube para a temporada 2004. Foi semifinalista do Campeonato
Catarinense de 2005.
Em 2006 disputou o Campeonato Carioca pelo América.
Depois, esteve no Goytacaz, de Campos (RJ), disputando o Campeonato Carioca da
Segunda Divisão.
Aposentado dos gramados e detentor da Licença A da CBF Academy, Marcelo Augusto
seguiu carreira no futebol e passou a atuar como auxiliar técnico, acumulando
passagens recentes por comissões técnicas de equipes como o Brasil, de Pelotas (RS),
em 2024, e o Uberlândia (MG), onde fez parte da comissão técnica do clube
liderada pelo técnico Lúcio Flávio no Campeonato Mineiro e na Copa do Brasil,
em 2026.
Em 2019 integrou a equipe do Botafogo que se sagrou campeão da III Copa
Internacional de Futebol Legends, disputada no Estádio Bezerrão, no Gama (DF),
entre 15 e 25 de junho. O Botafogo venceu a competição após derrotar o Vasco da
Gama na final por 4 x 3, nos pênaltis, após empate por 2 x 2 no tempo
regulamentar.
Essa copa foi disputada pelos antigos jogadores dos seguintes clubes: Atlético
Mineiro, Botafogo, Corinthians, Flamengo, Fluminense, Gama, River Plate
(Uruguai), San Lorenzo (Argentina), Santos, São Paulo, Sporting Cristal (Peru)
e Vasco da Gama.




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