sexta-feira, 10 de julho de 2026

FORMAÇÕES: Aspirantes - 1965


Formação do Botafogo que disputou e venceu o Campeonato Carioca de Aspirantes (reservas) de 1965.

Da esquerda para a direita, de pé: Mura, Elton, Hélio Dias, Chiquinho Pastor, Adevaldo e Dimas; agachados, na mesma ordem, Zélio, Ayrton, Humberto, Afonsinho e Roberto Abrussezze.

O Botafogo disputou 14 jogos, vencendo 10, empatando 3 e perdendo apenas um. Marcou 28 gols e sofreu 10.
Zezé, que não está na foto, foi o artilheiro da equipe, com 10 gols.
Outro que não está na foto, Cao, foi o goleiro que mais atuou, seis vezes.
Os técnicos que comandaram a equipe durante a competição foram: Admilson Chirol (nove jogos) e Mário Jorge Lobo Zagallo (cinco).



quinta-feira, 9 de julho de 2026

FORMAÇÕES: 1951


Formação do Botafogo que conquistou o título de campeão do Torneio Municipal de 1951 em face da vitória sobre o Vasco da Gama e a derrota imposta pelo Bangu ao Fluminense.

Da esquerda para a direita, de pé: Araty, Richarde, Bob, Arízio, Nilton Santos e Haroldo; Agachados, na mesma ordem: Joel, Geraldo, Dino da Costa, Baduca e Jayme.

BOTAFOGO 3 x 0 VASCO DA GAMA
quarta-feira, 20 de junho de 1951
Local: Laranjeiras, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Alberto da Gama Malcher
Renda: Cr$ 29.590,00
Gols: Geraldo, Baduca e Dino da Costa
BOTAFOGO: Arízio, Haroldo e Nilton Santos; Araty, Richarde (Carlito) e Bob; Joel, Geraldo, Dino da Costa, Baduca e Jayme. Técnico: Carvalho Leite.
VASCO DA GAMA: Carlos Alberto, Acir (Joel) e Antoninho; Aldemar, Bira e Carlinhos; Noca, Cabano (Nelsinho), Vasconcellos, Jansen e Djair. Técnico: Oto Glória.



FORMAÇÕES: 1951


Formação do Botafogo que empatou com o Flamengo em jogo válido pelo Torneio Municipal de 1951.

Da esquerda para a direita: Jorge, Matarazzo, Floriano, Araty, Carlito e Bob; Agachados, na mesma ordem: Joel, Geraldo, Dino da Costa, Baduca e Walter Silva.


BOTAFOGO 1 x 1 FLAMENGO
quinta-feira, 26 de abril de 1951
Local: Laranjeiras, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Pedro da Fonseca Mota
Renda: Cr$ 27.305,50
Gols: Jayme para o Botafogo e Aloísio para o Flamengo
BOTAFOGO: Matarazzo, Jorge e Floriano (Adão); Araty, Carlito e Bob; Joel, Geraldo, Dino da Costa, Baduca e Walter Silva (Jayme). Técnico: Carvalho Leite.
FLAMENGO: Garcia, Cido e Almir; Nélio, Beto e Danton; Paulinho (Miguel) (Roberto), Aloísio, Gringo, Hélio e Hilton. Técnico: Flávio Costa.



quarta-feira, 8 de julho de 2026

RETRATO EM PRETO E BRANCO: Juca da Praia




José Ferreira Lemos, o Juca da Praia, foi jogador, treinador e árbitro de futebol.
Nasceu no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro (RJ), em 8 de julho de 1901.
O apelido surgiu na época em que havia no Botafogo dois Jucas. Ele recebeu o apelido por morar na Praia Vermelha e passou a ser chamado de Juca da Praia.
Em 1914 começou nas peladas de bola de meia na rua General Severiano, porque nenhum dos meninos tinha dinheiro para comprar bola de borracha
Depois de ter passado pelas fileiras do Jardinense, do Jardim Botânico, Fluminense, de Niterói, e Americano, da Segunda Divisão da Liga Metropolitana de Desportos Terrestres, chegou ao Botafogo.
Sua estreia como jogador do Botafogo aconteceu em 3 de maio de 1923, um amistoso contra o Syrio, de São Paulo (SP), marcando um dos gols da vitória de 2 x 1. O Botafogo formou com Casemiro, Alemão e Mário Braga; Baby Rodrigues, Caruso e Lagreca; Leite de Castro, Riva, Nilo, Juca da Praia e Maciel. Técnico: Juan Carlos Bertone.
Voltaria a marcar um gol três dias depois, na vitória de 5 x 3 sobre o Fluminense, válido pelo Campeonato Carioca, sua estreia oficial.
Após disputar sete jogos no Botafogo, uma briga interna por questão de política o levou para o Fluminense, onde, após treinar duas vezes, esteve envolvido em outra briga, ficando sem ambiente nas Laranjeiras. Foi, então, em 1924, para o Esporte Clube Brasil, da Praia Vermelha.
Voltou ao Botafogo em 1925 e ficou até 1931, ano em que contraiu matrimônio e optou pelo abandono do futebol.
Disputou um total de 80 jogos pelo Botafogo, de 1923 a 1931, marcando 20 gols.
Seu último jogo com a camisa do Botafogo foi em 16 de setembro de 1931, na derrota de 2 x 0 para o Bonsucesso.
Conquistou o título de campeão carioca de 1930.
Sua carreira no Botafogo está assim detalhada:

ANO

J

V

E

D

GM

1923

7

2

0

5

2

1925

15

2

5

8

7

1926

10

4

0

6

1

1927

2

1

0

1

0

1928

18

10

4

4

6

1929

11

8

0

3

1

1930

8

6

0

2

2

1931

9

5

2

2

1

TOTAL

80

38

11

31

20


Em 1937 veio a nova fase da carreira de Juca da Praia. Ele fez concurso e foi aprovado como Árbitro, função que desempenhou até 1944, primeiramente filiado à AMEA-Associação Metropolitana de Esportes Atléticos e depois à Liga Carioca de Futebol.
Desse ano, até 1951, Juca da Praia abraçou-se ao cargo de técnico. Dirigiu o Botafogo em dois jogos do Campeonato Carioca de 1939. Logo após a derrota para o Vasco da Gama, mesmo tendo agradado, pediu demissão devido aos seus afazeres na Companhia do Porto.
Treinou seguidamente Bangu (1944 e 1947), São Cristóvão (1945), América (1946) e Flamengo (um jogo em 1947 e 40 em 1948).
Em todos estes clubes Juca da Praia brigou. Não dirigia uma só equipe por mais de um ano.
Botafoguense confesso, encrenqueiro reconhecido, Juca da Praia gostava de confusão e pagava para não sair de uma briga. Como árbitro, foi exigente e sabia impor respeito.
Faleceu em 10 de julho de 1986.






terça-feira, 7 de julho de 2026

BOTAFOGO VIAJA EM AVIÃO PRESIDENCIAL PARA INAUGURAR ESTÁDIO - 1958


No dia 11 de abril de 1958 a delegação do Botafogo viajou para Diamantina, onde participou das homenagens que foram prestadas ao então Presidente Juscelino Kubitschek.
A viagem foi feita no "Viscount", avião particular do Presidente da República, tendo a embaixada do Botafogo levado como chefe João Lyra, antigo presidente do clube alvinegro.
Da equipe titular do Botafogo estiveram ausentes os quatro titulares que estão convocados para a Seleção Brasileira: Nilton Santos, Pampolini, Didi e Garrincha.
O jogo, contra o time local do Tijuco, foi realizado no dia 13 de abril de 1958 e assinalou a inauguração do estádio municipal de Diamantina.
O primeiro gol do novo estádio foi marcado pelo botafoguense Édison, aos 13 minutos de jogo. Além do gol de Édison marcaram Dodô e Quarentinha, enquanto Aires descontou para o Tijuco.
João Aguiar foi o árbitro e as equipes formaram assim:
Tijuco: Lacerda, Venilton e Valério; Paulo, Renato e Beto; Eli, Aires, Nô, Sílvio e Téo. Técnico: Anatólio. Também jogaram Antônio Neves, Pé de Valsa, Tanure, Lau, Nequinho, Curió, Catitu, Plauto e Eujácio.
Botafogo: Adalberto (Lamin), Beto (Lucas), Thomé (Domício), Servílio e Ney Rosa; Ayrton (Ademar) e Édison (Amoroso); Neyvaldo, Paulinho Valentim, Rossi (Dodô) e Quarentinha. Técnico: João Saldanha.



Fonte: Diário da Noite.


domingo, 5 de julho de 2026

BOTAFOGO CONQUISTA A PEQUENA COPA DO MUNDO - 1967


A Pequena Copa do Mundo (oficialmente chamada de Troféu “Marcos Pérez Jiménez”) foi um dos torneios intercontinentais de clubes mais prestigiados das décadas de 1950 a 1970.
(*) Marcos Pérez Jiménez foi um militar de carreira e ditador da Venezuela que governou o país entre os anos de 1952 e 1958. O seu período no poder ficou historicamente conhecido pela forte repressão política, mas também por um ritmo acelerado de modernização da infraestrutura venezuelana financiado pelos lucros do petróleo.

Realizada em Caracas, na Venezuela, a competição funcionava como um "Mundial de Clubes" informal da sua época. Ela reunia as principais potências da Europa e da América do Sul antes da criação da Copa Intercontinental.
Todos os jogos ocorriam no Estádio Olímpico de Caracas (também chamado de Estádio Universitário).
Os participantes eram definidos por empresas privadas venezuelanas organizadoras por meio de convites diretos. Os alvos prioritários eram: campeões das ligas nacionais mais fortes da Europa (Espanha, Itália, Portugal e França); campeões dos principais torneios estaduais do Brasil (campeonato paulista e carioca) ou ligas nacionais consolidadas da América do Sul (como a da Colômbia).
Esta competição é considerada por algumas fontes como precursora da Taça Intercontinental, visto que contava regularmente com clubes da Europa e da América do Sul.
A edição de 1967 contou com a presença do Botafogo, do Peñarol, do Uruguai, e do Barcelona, da Espanha.
O Botafogo sagrou-se campeão do torneio após os seguintes resultados.

BARCELONA 1 x 0 PEÑAROL
Quarta-feira, 25 de janeiro de 1967
Estádio Universitário, Caracas, Venezuela
Expulsões: Muller, do Barcelona, e Spencer, do Peñarol
Gol: Seminário, 34
BARCELONA: Sadurní, Benítez, Olivella e Eladio; Borrás e Muller; Rifé, Endériz, Zaldúa, Fusté e Seminário. PEÑAROL: Taibo, Lezcano e Díaz; Méndez, Gonçalves e González; Abbadie (Bertochi), Cortés, Silva (Cabrera), Spencer e Joya.

BOTAFOGO 0 x 0 PEÑAROL
sábado, 28 de janeiro de 1967
Estádio Universitário, Caracas (Venezuela)
Árbitro: Angel Ortega (Espanha)
BOTAFOGO: Manga, Joel, Zé Carlos, Leônidas e Chiquinho Pastor; Afonsinho (Nei Conceição) e Gerson; Edinho (Sicupira), Airton Beleza (Rogério), Roberto Miranda e Paulo César Lima. Técnico: Admildo Chirol.
PEÑAROL: Taibo, Lezcaño, Mendez, Díaz e Gonçalves; Caetano e Cortez (Barreto); Abbadie, Hector Silva (Cabrera), Spencer e Joya (Bertucci). Técnico: Roque Maspoli.

BOTAFOGO 3 x 2 BARCELONA
terça-feira, 31 de janeiro de 1967
Estádio Universitário, Caracas (Venezuela)
Árbitro: Rodolfo Isasia
Gols: Airton Beleza, 14; Gerson, 35; Paulo César Lima, 40; Silva, 41 e 44
BOTAFOGO: Manga, Joel, Zé Carlos, Leônidas e Chiquinho Pastor; Afonsinho e Gerson; Edinho (Rogério), Roberto Miranda, Airton Beleza (Sicupira) e Paulo César Lima. Técnico: Admildo Chirol.
BARCELONA Reina, Benítez, Eladio, Müller e Olivella; Borrás e Fusté; Rifé, Zaldúa (Pereda), Silva e Seminário (Zaballa). Técnico: Roque Olsen.




sexta-feira, 3 de julho de 2026

RETRATO EM PRETO E BRANCO: Nagel


José Nagel de Melo nasceu em Recife (PE), no dia 3 de julho de 1939.
Desde o dia em que assistiu o goleiro Gilmar fazer excelente partida na meta do Corinthians, em Recife, Nagel passou a considerar-se um de seus maiores fãs. Assim, tendo-o como seu ídolo no futebol, desde então procurou imitá-lo, querendo tornar-se tão bom goleiro quanto ele.
Ele estava com a firme disposição de vencer no futebol como goleiro. Tanto é que começou no Luso F. C., aos 14 anos, como arqueiro. Com o correr do tempo, entretanto, chegou à conclusão de que sua verdadeira posição não seria aquela. Por isso, três anos depois, quando ingressou no juvenil do Santa Cruz, de Recife, já estava atuando como zagueiro central.
Entrando para o Santa Cruz em 1956, Nagel rapidamente se impôs como zagueiro de grandes predicados. Um ano depois, assinou seu primeiro contrato.
Conquistou o título de campeão pernambucano na categoria de juvenis em 1957. Um ano depois, campeão pernambucano de aspirantes e em 1959, o de campeão pernambucano na equipe principal.
Sua estreia no Santa Cruz aconteceu em 22 de janeiro de 1959, no amistoso contra o Madureira, do Rio de Janeiro, com derrota de 3 x 2.
A última vez que vestiu a camisa do Santa Cruz foi durante a excursão que o clube realizou aos Estados do Amazonas e Pará, sendo um dos últimos jogos o da vitória de 3 x 0 sobre o Rio Negro, em Manaus, no dia 25 de março de 1962.
Já nessa época, acontecia nos bastidores uma disputa acirrada pelo passe de Nagel, entre Botafogo e Palmeiras, levando a melhor o alvinegro carioca.

No dia 4 de abril de 1962, Nagel assinou contrato com o Botafogo, estreando, três dias depois, em 7 de abril de 1962, no amistoso contra o Olaria (0 x 0).
Foram 28 jogos no total, entre amistosos, Campeonato Carioca, Libertadores e Torneio Rio-São Paulo.
Após perder espaço no Botafogo, Nagel começou uma peregrinação por diversos clubes dentro e fora do Brasil.
Em 1964, foi emprestado ao Democrata, de Governador Valadares, para disputar a Segunda Divisão mineira, que apontaria o clube a integrar a Primeira em 1965. O Democrata foi terceiro colocado de sua chave, vencida pelo Valeriodoce, de Itabira (que acabou subindo). O time foi dirigido por Torbis, ex-zagueiro do São Cristóvão.
Em janeiro de 1965, retornou ao Rio de Janeiro, onde ficou pouco tempo. No mês seguinte, o técnico brasileiro Gaudêncio Tiago de Melo, que dirigia o Unión Magdalena, da Colômbia, conseguiu o empréstimo, por nove meses, de vários jogadores que estavam no Botafogo, dentre eles, Quarentinha, Nagel, Jailton, Luiz Carlos França e Édison.
No Campeonato Colombiano de 1965 o Unión Magdalena ficou em 10º lugar (entre 13 clubes), disputando 48 jogos, com apenas 14 vitórias. Nagel disputou 38 jogos. Quarentinha foi o quarto artilheiro da competição, com 27 gols.
Quando voltou ao Brasil, em abril de 1966, Nagel se apresentou ao técnico Admildo Chirol, na esperança de ser aproveitado na equipe principal do Botafogo.
Chegou a disputar um torneio em Fortaleza (CE), contra Ceará, Ferroviário e Fortaleza, todos da capital cearense. A partida contra o Ferroviário, no dia 29 de maio de 1966, vitória de 3 x 0, seria a última de Nagel no Botafogo. Ainda continuou por alguns meses treinando entre os reservas.
A seguir, em 11 de setembro de 1966, estreou no Madureira, emprestado que foi para disputar o campeonato carioca desse ano.
Seu último jogo foi em 29 de outubro de 1966, em mais uma derrota do Madureira no campeonato carioca: 3 x 1 a favor do Campo Grande. O Madureira foi último colocado do 1º turno (12 clubes disputaram) e, consequentemente, não passou para o segundo (os oito melhores avançaram).
Devolvido ao Botafogo, ficou aguardando por um novo clube para continuar sua carreira.
Em fevereiro de 1967 o Santa Cruz chegou a mandar um diretor ao Rio de Janeiro tentar a contratação de Nagel para suas fileiras.
Mas quem o levou foi o Clube do Remo, de Belém (PA), onde fez sua estreia no dia 3 de março de 1967, na vitória de 3 x 0 sobre o América, de Fortaleza (CE).
Permaneceu no Clube do Remo até o terceiro jogo da decisão do Campeonato Paraense de 1967, no dia 10 de dezembro, com derrota de 2 x 0 para o Paysandu, o campeão do ano.
Antes de começar a temporada oficial de 1968, cujo título de campeão ficaria com o Clube do Remo, Nagel foi jogar no futebol do Peru, mais precisamente no Alianza Lima, onde estreou em 5 de fevereiro de 1968, no amistoso internacional contra o Ujpesti, da Hungria (2 x 2). O treinador do Alianza era o brasileiro Marinho Rodrigues, com quem Nagel havia trabalhado no Botafogo, em 1963.
Seu último jogo no Alianza aconteceu em 14 de fevereiro de 1969, em novo amistoso internacional, contra o Dukla Praga, da Tchecoslováquia (derrota por 3 x 1).

Retornou ao Clube do Remo, onde reestreou no dia 29 de junho de 1969, com vitória de 4 x 0 sobre o Júlio César.
Em 1969 a Confederação Brasileira de Desportos organizou o 2º Torneio do Norte de Clubes, com clubes do Amazonas, Maranhão, Pará e Piauí. Com Nagel como titular absoluto, o Remo conquistou o título diante do Nacional, jogo realizado em Manaus no dia 10 de dezembro de 1969, que terminou empatado em 2 x 2. O Remo foi campeão do Norte com François; Mesquita, Nagel, Carvalhão (Edílson) e Lúcio: Ângelo e Carlitinho; Birungueta, Íris (Osmar), Zequinha e Neves. Técnico – Danilo Alvim.
Logo depois, o Clube do Remo foi convidado para disputar o título do Norte/Nordeste enfrentando a equipe do Ceará Sporting. Em Belém, o Remo venceu por 2 x 1. Na partida de volta, o Ceará foi melhor e venceu por 3 x 2, obrigando um jogo extra ainda em Fortaleza, que acabou com uma nova vitória do Ceará pelo placar de 3 x 0.
A última partida de Nagel no Clube do Remo foi válida pelo Campeonato Paraense de 1970. No dia 18 de dezembro, Remo e Tuna Luso empataram em 2 x 2, resultado que permitiu ao adversário decidir e ganhar o título de campeão paraense após dois jogos contra o Paysandu.
No dia 31 de março de 1971, Nagel passaria a defender o Ceará, na vitória de 2 x 1 sobre o Guarany, de Sobral, válido pelo campeonato cearense, que viria a ser conquistado pelo Ceará, após uma melhor de quatro pontos contra o Fortaleza. O treinador do Ceará foi Marinho Rodrigues.
Em 1972, Nagel sagrou-se bicampeão cearense.
A última vez que Nagel disputou uma partida de futebol foi em 10 de abril de 1974, no Castelão, em Fortaleza, na vitória do Ceará sobre o Ceub, por 2 x 1, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro daquele ano. No total, foram 114 jogos, com 63 vitórias, 25 empates e 26 derrotas.
Depois que pendurou as chuteiras, passou a trabalhar como treinador/auxiliar técnico permanente no Ceará. Seu último jogo como treinador do Ceará foi em 28 de maio de 1983, pelo campeonato cearense, no empate em 1 x 1 com o Tiradentes. Foram 97 jogos, com 59 vitórias, 23 empates e 15 derrotas.

Colaborou: Eugênio Fernandes Fonseca, historiador e pesquisador do futebol cearense.

Fontes consultadas:
Ceará Sporting Club Um retrato em preto e branco, de Lúcio Chaves Holanda
Correio da Manhã
História do Clube do Remo, de Ernesto Cruz.
Jornal dos Sports
Revista do Esporte
Santa Cruz Retrospecto 1914 a 1959 e 1960 a 1979, de Carlos Celso Cordeiro e Luciano Guedes Cordeiro.


No Unión Magdalena, da Colômbia



quinta-feira, 2 de julho de 2026

OS TREINADORES DO BOTAFOGO - 1950 a 1959



 

ANO

TÉCNICOS

JOGOS

1950

CARVALHO LEITE

44

GENINHO

1

TOTAL DE JOGOS DO BOTAFOGO NO ANO

45

1951

CARVALHO LEITE

50

TOTAL DE JOGOS DO BOTAFOGO NO ANO

50

1952

SÍLVIO PIRILO

29

CARVALHO LEITE

26

NEWTON CARDOSO

1

TOTAL DE JOGOS DO BOTAFOGO NO ANO

56

1953

GENTIL CARDOSO

28

CARVALHO LEITE

23

SÍLVIO PIRILO

2

PAULO AMARAL

1

TOTAL DE JOGOS DO BOTAFOGO NO ANO

54

1954

GENTIL CARDOSO

62

TOTAL DE JOGOS DO BOTAFOGO NO ANO

62

1955

ZEZÉ MOREIRA

66

TOTAL DE JOGOS DO BOTAFOGO NO ANO

66

1956

ZEZÉ MOREIRA

49

GENINHO

17

TOTAL DE JOGOS DO BOTAFOGO NO ANO

66

1957

JOÃO SALDANHA

33

GENINHO

26

PAULO AMARAL

2

TOTAL DE JOGOS DO BOTAFOGO NO ANO

61

1958

JOÃO SALDANHA

64

MARINHO RODRIGUES

6

TOTAL DE JOGOS DO BOTAFOGO NO ANO

70

1959

JOÃO SALDANHA

64

PAULO AMARAL

1

TOTAL DE JOGOS DO BOTAFOGO NO ANO

65


OS TREINADORES DO BOTAFOGO - 1950 a 1959 (Resumo)

João Saldanha

TÉCNICOS

JOGOS

JOÃO SALDANHA

161

CARVALHO LEITE

143

ZEZÉ MOREIRA

115

GENTIL CARDOSO

90

GENINHO

44

SÍLVIO PIRILO

31

MARINHO RODRIGUES

6

PAULO AMARAL

4

NEWTON CARDOSO

1