quinta-feira, 14 de maio de 2026

OS TREINADORES DO BOTAFOGO - 2000 a 2009



 

ANO

TÉCNICOS

JOGOS

2000

JOEL SANTANA

47

ANTÔNIO CLEMENTE

14

RICARDO BARRETO

8

TOTAL DE JOGOS DO BOTAFOGO NO ANO

69

2001

TÉCNICOS

JOGOS

SEBASTIÃO LAZARONI

23

PAULO AUTUORI

21

ABEL BRAGA

9

DÉ

5

RENÊ WEBER

1

TOTAL DE JOGOS DO BOTAFOGO NO ANO

59

2002

TÉCNICOS

JOGOS

ABEL BRAGA

36

PAULO JORGE ZAGALO

11

IVO WORTMAN

10

ARTHUR BERNARDES

6

SEBASTIÃO LEÔNIDAS

4

CARLOS ALBERTO TORRES

3

LEOMIR DE SOUZA

2

DÉ

1

TOTAL DE JOGOS DO BOTAFOGO NO ANO

73

2003

TÉCNICOS

JOGOS

LEVIR CULPI

52

TOTAL DE JOGOS DO BOTAFOGO NO ANO

52

2004

TÉCNICOS

JOGOS

PAULO BONAMIGO

22

MAURO GALVÃO

18

LEVIR CULPI

17

LUIZ ROBERTO MATTER

4

ÉDSON GONZAGA

1

TOTAL DE JOGOS DO BOTAFOGO NO ANO

62

2005

TÉCNICOS

JOGOS

CELSO ROTH

21

PAULO BONAMIGO

16

PÉRICLES CHAMUSCA

12

PAULO CÉSAR GUSMÃO

9

ACÁCIO

1

TOTAL DE JOGOS DO BOTAFOGO NO ANO

59

2006

TÉCNICOS

JOGOS

ALEXI STIVAL "Cuca"

31

CARLOS ROBERTO

25

DIRCEO STIVAL "Cuquinha"

6

TOTAL DE JOGOS DO BOTAFOGO NO ANO

62

2007

TÉCNICOS

JOGOS

ALEXI STIVAL "Cuca"

66

MÁRIO SÉRGIO

3

TOTAL DE JOGOS DO BOTAFOGO NO ANO

69

2008

TÉCNICOS

JOGOS

ALEXI STIVAL "Cuca"

35

NEY FRANCO

34

GENINHO

6

LUISINHO RANGEL

4

TOTAL DE JOGOS DO BOTAFOGO NO ANO

79

2009

TÉCNICOS

JOGOS

NEY FRANCO

41

ESTEVAM SOARES

27

TOTAL DE JOGOS DO BOTAFOGO NO ANO

68


OS TREINADORES DO BOTAFOGO - 2000 a 2009 (Resumo)

Cuca

TÉCNICOS

TOTAL DE JOGOS

ALEXI STIVAL "Cuca"

132

NEY FRANCO

75

LEVIR CULPI

69

JOEL SANTANA

47

ABEL BRAGA

45

PAULO BONAMIGO

38

ESTEVAM SOARES

27

CARLOS ROBERTO

25

SEBASTIÃO LAZARONI

23

CELSO ROTH

21

PAULO AUTUORI

21

MAURO GALVÃO

18

ANTÔNIO CLEMENTE

14

PÉRICLES CHAMUSCA

12

PAULO JORGE ZAGALO

11

IVO WORTMAN

10

PAULO CÉSAR GUSMÃO

9

RICARDO BARRETO

8

ARTHUR BERNARDES

6

DÉ

6

DIRCEO STIVAL "Cuquinha"

6

GENINHO

6

LUISINHO RANGEL

4

LUIZ ROBERTO MATTER

4

SEBASTIÃO LEÔNIDAS

4

CARLOS ALBERTO TORRES

3

MÁRIO SÉRGIO

3

LEOMIR DE SOUZA

2

ACÁCIO

1

ÉDSON GONZAGA

1

RENÊ WEBER

1






quarta-feira, 13 de maio de 2026

CURIOSIDADES ALVINEGRAS: o General Severiano



Não se pode contar a história do Botafogo sem passar pelo estádio da rua General Severiano. Em 13 de maio de 1913, o Botafogo disputou ali pela primeira vez um jogo, contra o Flamengo. Venceu por 1 x 0, com gol de Mimi Sodré.
Vinte e quatro anos depois, o estádio passou por reformas e ganhou arquibancadas de cimento. No dia 28 de agosto de 1938, foi reinaugurado com uma partida em que o Botafogo bateu o Fluminense por 3 x 2.
No entanto, na década de 70, o Botafogo perdeu a posse de General Severiano, o que gerou a demolição de parte de sua estrutura. Em 1990, o terreno foi recomprado.

Mas, quem foi o General Severiano?

Médico, militar, político, escritor, historiador e diplomata brasileiro, João Severiano da Fonseca, o General Severiano, nasceu na antiga cidade de Alagoas, hoje Marechal Deodoro, no Estado de Alagoas, no dia 27 de maio de 1836.
Primeiro médico general do Exército brasileiro e patrono do Serviço de Saúde do Exército, João Severiano foi um dos oito filhos homens do tenente-coronel Manuel Mendes da Fonseca e senhora Rosa Maria Paulina da Fonseca, um deles, Manuel Deodoro da Fonseca, general proclamador da República e seu primeiro Presidente.
Não seguiu, de imediato, a carreira das Armas, matriculando-se na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, onde se diplomou em Medicina (1860) e doutorou-se (1862). Ingressou no Corpo de Saúde do Exército (1862), no posto de 2º tenente, como cirurgião, seguindo a carreira até ser promovido a general-de-brigada (1890), tornando-se o primeiro médico general do Exército Brasileiro.
Chegou ao mais alto cargo do Corpo de Saúde, com o título de inspetor-geral do Serviço de Saúde do Exército. Durante este período participou dos serviços médicos na Campanha do Uruguai e na Campanha da Tríplice Aliança.
Ao longo de sua carreira, publicou vários livros sobre diversos assuntos e recebeu diversas condecorações. Chefiou a enfermaria da Escola Militar da Praia Vermelha e foi cirurgião-chefe do Hospital Militar da Corte.
Passou a integrar a Academia Imperial de Medicina como membro efetivo (1880), sendo o primeiro militar agraciado com essa honra e também foi o único oficial do Corpo de Saúde condecorado com a Ordem do Cruzeiro. Neste mesmo ano integrou-se ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
Pertenceu ainda a várias outras agremiações literárias e científicas, entre as quais o Instituto de França, o Instituto Farmacêutico do Rio de Janeiro, as sociedades de Geografia do Rio de Janeiro, de Lisboa e de Madri, o Instituto Arqueológico Alagoano, o Ateneu de Lima e o Instituto Médico Brasileiro.
Foi nomeado professor da cadeira de Ciências Físicas e Naturais do Imperial Colégio Militar (1889). Tornou-se membro do Conselho Superior Militar de Justiça (1890) e, no ano seguinte, elegeu-se senador e afastou-se da ativa. Retornou à Inspetoria-Geral (1895) e faleceu no dia 7 de novembro de 1897, no Rio de Janeiro.
Escolhido Patrono do Serviço de Saúde (1940), homologado em decreto de 13 de março de 1962, curiosamente um ano em que o Botafogo foi campeão carioca.


terça-feira, 12 de maio de 2026

RETRATO EM PRETO E BRANCO: Édson



Édson Ferreira da Silva nasceu no Rio de Janeiro (RJ), em 12 de maio de 1959.
Veio das categorias de base do Bangu para o Botafogo, no início de 1978. No mesmo ano, foi campeão carioca de juvenis (atual juniores ou Sub-20).
Em 1980, foi convocado para a Seleção Brasileira de Novos que venceu o Torneio de Toulon, na França.
Também em 1980 fez sua estreia no time principal do Botafogo, no dia 24 de fevereiro, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro, realizado no estádio Mangueirão, em Belém (PA), com vitória sobre o Clube do Remo, por 3 x 1. Ele substituiu o ponteiro Ziza.
Três dias depois marcaria seu primeiro gol pelos profissionais, também pelo Campeonato Brasileiro, na goleada sobre a Portuguesa de Desportos, no Maracanã (4 x 0).
Foi emprestado ao Cruzeiro, de Belo Horizonte (MG), em julho de 1982, até o final desse ano.
Retornou para o Botafogo em 1983 e participou de amistosos e do Campeonato Brasileiro. Seu último jogo com a camisa do Botafogo foi em 10 de junho de 1983, com derrota do Botafogo para a Universidad Guadalajara, do México, por 3 x 1.
Atuou nos profissionais do Botafogo entre 1980 e 1983, em 146 jogos, marcando 8 gols.
Depois sua carreira teve os seguintes clubes e respectivos anos:
1983 - Fortaleza (CE) - campeão cearense.
1984 - Internacional, de Limeira (SP) e Colorado, de Curitiba (PR).
1985 - Paulista, de Jundiaí (SP).
1986 - CRB, de Maceió (AL) - campeão alagoano e Rio Branco, de Vitória (ES).
1987 - Santa Cruz, de Recife (PE) - campeão pernambucano
1988 - Santos (SP) e Sport Recife (PE) - campeão pernambucano.
1990 - União São João, de Araras (SP) e São Bento, de Sorocaba (SP)
1991 - CSA, de Maceió (AL) - campeão alagoano.
1992 - CRB, de Maceió (AL) e Fuerte San Francisco, de El Salvador.
1993 - Clube do Remo, de Belém (PA).
1994 - CRB, de Maceió (AL)
1995 - Democrata, de Governador Valadares (MG).
Sua última equipe profissional foi o ASA, de Arapiraca (AL), com 39 anos de idade, em 1998.
Como treinador, trabalhou em diversas equipes do Norte e Nordeste do Brasil. Conquistou o título de campeão do Campeonato Alagoano de 2010, pelo Murici. 
Trabalhou como comentarista do Globo Esporte em jogos do estadual alagoano.



















FORMAÇÕES: 1975



Formação que o Botafogo utilizou no Campeonato Carioca de 1975, quando venceu o Fluminense, por 2 x 0. Em pé, da esquerda para a direita, Zé Carlos, Miranda, Chiquinho Pastor, Artur, Marinho Chagas e Ademir Vicente.
Agachados na mesma ordem: Cremilson, Carlos Roberto, Puruca, Nilson Dias e Dirceu.

BOTAFOGO 2 x 0 FLUMINENSE
Campeonato Carioca
domingo, 15 de junho de 1975
Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Arnaldo César Coelho
Renda: Cr$ 988.680,00
Público: 55.978 pagantes
Gols: Ademir Vicente e Carlos Roberto
BOTAFOGO: Zé Carlos, Miranda, Chiquinho Pastor, Artur e Marinho Chagas (Carbone); Carlos Roberto, Ademir Vicente e Dirceu; Cremilson, Puruca (Rogério) e Nilson Dias. Técnico: Zagalo.
FLUMINENSE: Félix, Toninho, Silveira, Assis (Edinho) e Marco Antônio; Zé Mário e Cléber; Cafuringa, Manfrini, Erivelto e Mário Sérgio. Técnico: Paulo Emílio.

segunda-feira, 11 de maio de 2026

VIAJANDO PELO BRASIL: o primeiro jogo do Botafogo em Natal (RN) - 1962




O Diário de Natal estampava em sua edição de 27 de abril de 1962: INICIADA A CORRIDA EM BUSCA DE INGRESSOS PARA O JOGO DO ANO: ABC x BOTAFOGO.
No dia seguinte, assim começava a matéria sobre o jogo: “Inegavelmente, jamais se formou tanta expectativa pela presença de um time como ocorre agora com o grande campeão carioca e do Torneio Rio-São Paulo”.
O amistoso envolveria o tetracampeão potiguar, ABC, contra o campeão carioca e do Rio-São Paulo, o Botafogo.
A fim de reforçar sua equipe, o ABC conseguiu do Globo o empréstimo dos jogadores Rodrigues, Jácio, Ireno e Ferreira.
A renda constituiu-se um novo recorde no estádio Juvenal Lamartine. Até então a maior renda pertencia ao jogo ABC x Vasco da Gama.
No dia seguinte, o Botafogo embarcou pela VARIG com destino a Campina Grande (PB).

ABC (RN) 0 x 2 BOTAFOGO
Amistoso
terça-feira, 1 de maio de 1962
Local: Juvenal Lamartine, Natal (RN)
Árbitro: Harry da Costa Ramos
Renda: Cr$ 793.650,00
Gols (no segundo tempo): Amoroso e China
ABC: Ribamar, Dico, Rodrigues e Tonicio; Danilo e Cadinha; Gilvan, Cocó (Mano), Ireno, Jorginho I e Ferreira. Técnico: Tarcísio.
BOTAFOGO: Manga (Ari Jório), Luciano, Nagel, Zé Maria e Paulistinha; Pampolini e Édison; Neyvaldo (Luiz Carlos França), Amoroso (Domingos), China e Sidney (Nado). Técnico: Marinho Rodrigues.



domingo, 10 de maio de 2026

RETRATO EM PRETO E BRANCO: Sicupira

 


Barcímio Sicupira Junior nasceu em Lapa (PR), no dia 10 de maio de 1944.
Começou na escolinha de futebol do Coritiba e estreou no profissional como jogador do Ferroviário, também de Curitiba (PR), em 1962. Defendeu o clube paranaense até 1964. Ainda neste ano, se transferiu para o Botafogo, onde fez sua estreia no dia 20 de maio de 1964, em um amistoso realizado em Petrópolis (RJ), quando o Botafogo venceu por 6 x 2. Sicupira marcou dois gols.
Seu último jogo com a camisa do Botafogo foi em 14 de maio de 1967, pelo então Torneio Roberto Gomes Pedrosa - que, posteriormente, ganharia o status de Campeonato Brasileiro. No Mineirão, em Belo Horizonte (MG), o Botafogo foi derrotado pelo Cruzeiro, por 2 x 1.
De 1964 a 1967, foram 144 jogos, com 37 gols.
Foi campeão do Torneio Rio-São Paulo de 1966.
Em junho de 1967, Sicupira foi jogar no Botafogo, de Ribeirão Preto (SP).
No dia 21 de janeiro de 1968, na inauguração do Santa Cruz, Sicupira foi o autor do primeiro gol da história do estádio, na vitória do Botafogo sobre a Seleção da Romênia, por 6 x 2.
Ainda em 1968, foi contratado pelo Atlético Paranaense, onde se tornou ídolo da torcida, ostentando até hoje a marca de maior goleador do clube, com 158 gols marcados. Foi artilheiro nos campeonatos paranaenses de 1970 - conquistado pelo Atlético Paranaense (com 20 gols) e de 1972 (com 29).
Em 1972, foi emprestado ao Corinthians, de São Paulo, somente para a disputa do Campeonato Brasileiro desse ano. Jogou 22 partidas e marcou quatro gols, mas ganhou um lugar cativo no coração da Fiel, depois de marcar um gol no último minuto de um jogo contra o Ceará, que ajudou o time a se classificar para as semifinais da competição.
Ao fim do Campeonato Brasileiro, Sicupira retornou ao Atlético Paranaense, onde jogou até 1975.
A aposentadoria dos gramados veio cedo, com apenas 31 anos de idade, por conta das dificuldades e faltas de pagamento. Formado em Educação Física, após pendurar as chuteiras, passou a atuar como professor e chegou a treinar o Atlético Paranaense. Trabalhou como comentarista esportivo, atuando em rádios e televisões de Curitiba.
Sicupira morreu em Curitiba, no dia 7 de novembro de 2021, após uma cirurgia de pulmão.










 


sábado, 9 de maio de 2026

VERSÕES SOBRE O NOME “BOTAFOGO”


O nome dos dois clubes, o de Regatas de 1894 e o de Football de 1904 era um só: Botafogo. Tinham o nome do bairro onde foram fundados. Mas de onde vem o nome do bairro? Qual o significado de Botafogo?
Originalmente, era um instrumento militar, uma haste com um pavio, com o qual o artilheiro detonava os canhões. “Botar fogo” era, à época, sinônimo de detonar.
No século XVI, 1534, Portugal construiu o maior navio de guerra da Europa, o “São João Baptista”, de 1.000 toneladas. Foi considerado o mais poderoso navio do seu tempo, dispondo de 5 baterias equipadas com um total de 366 canhões de bronze, além de um esporão de proa, capaz de rasgar qualquer navio da sua época. A potência de fogo do «São João Baptista» era de tal ordem, que o galeão recebeu o apelido de “Botafogo”. Foi lançado à água no dia 24 de Agosto de 1534. Patrulhou o oceano Atlântico em missões de soberania.

João de Souza Pereira, fidalgo português, natural de Elvas, famoso oficial de artilharia, ganhou apelido de Botafogo, que incorporou a seu sobrenome. Vindo ao Brasil, no Rio de Janeiro, destacou-se em combates contra franceses e tamoios e, como recompensa, recebeu, da Coroa Portuguesa, terras que iam do Rio Carioca, hoje Praia do Flamengo, e, contornando o morro da Viúva, atingiam a praia adiante, que ficou conhecida como “do Botafogo”.
Sabe-se que os Botafogos já tinham armas anteriormente a 1571, visto que neste ano foi passada uma carta de armas de sucessão em que um dos quartéis as continham. Brasão: de prata, nove folhas de hera de verde, postas três, três a três. Timbre: uma torre de prata lavrada de negro, incendiada entre as ameias.
Outros Botafogos usam: de azul uma torre de prata, aberta e iluminada de negro, incendiada de sua cor por três fendas de cada lado. Timbre: a torre do escudo. É de admitir que esta variante das armas dos Botafogos provenha da passagem para o campo do escudo do timbre das primeiras armas.


sexta-feira, 8 de maio de 2026

RETRATO EM PRETO E BRANCO: Sinval



Sinval Ferreira da Silva nasceu em Andradina (SP), em 8 de maio de 1971.
Revelado pela Portuguesa de Desportos, de São Paulo (SP), foi um dos destaques da Taça São Paulo de Juniores de 1991, ao lado de Dener, sagrando-se campeão e artilheiro da competição com 12 gols.
Em 1992, foi emprestado ao Grêmio, onde disputou o Campeonato Gaúcho.
Novamente emprestado, desta vez ao Novorizontino, de Novo Horizonte (SP), foi vice-artilheiro do Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 1993, com 17 gols.
Em julho de 1993, chegou ao Botafogo. Sua estreia aconteceu no dia 13 de agosto de 1993, no estádio Caio Martins, marcando dois gols da vitória de 3 x 1 sobre o Bragantino, em jogo válido pela Copa Conmebol.
Teve participação de destaque nessa competição. Foi artilheiro com oito gols em oito jogos e levou o Botafogo a conquistar o título de campeão da Copa Conmebol de 1993. No ano, participou de 21 jogos (6 vitórias, 4 empates e 11 derrotas), marcando dez gols.
Em 14 de novembro de 1993, no Morumbi, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro, Sinval disputou sua última partida dessa primeira passagem pelo Botafogo, com derrota para o São Paulo, por 1 x 0.
Com o bom rendimento demonstrado, chamou atenção do Lugano, da Suíça, que contratou o jogador por duas temporadas. Por esse clube, disputou 63 partidas e marcou 18 gols.
Em junho de 1997, retornou ao Botafogo. Reestreou em 12 de julho de 1997, no estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO), com empate de 0 x 0 com o Goiás. Despediu-se no dia 6 de dezembro de 1997, marcando um gol no empate de 3 x 3 com o Coritiba, na decisão do Festival Brasileiro de Futebol, jogo realizado no Couto Pereira, em Curitiba (PR). Nessa segunda passagem pelo Botafogo, Sinval disputou 26 jogos (10 vitórias, 10 empates e 6 derrotas), marcando 9 gols.
No total de sua passagem pelo Botafogo foram 47 jogos (16 vitórias, 14 empates e 17 derrotas), com 19 gols.
No ano de 1998 transferiu-se para o Coritiba, onde disputou 47 jogos e marcou 19 gols em sua primeira temporada. Sinval ajudou o Coritiba a terminar o Campeonato Brasileiro na terceira colocação. Passou a ser chamado pela torcida desse clube de "Artilheiro da Paz", pelo hábito de comemorar seus gols fazendo o gesto da pomba da paz com as mãos.
Disputou o Campeonato Paulista de 1999 pela Internacional, de Limeira, e no final de abril retornou ao Coritiba, onde conquistou o Campeonato Paranaense pelo clube, quebrando um jejum de 10 anos.
A sequência de sua carreira foi esta: 2000 - Santa Cruz (PE) e Vitória (BA); 2001 - São Caetano (SP), Fortaleza (CE) e Guarani (SP); 2002 - Portuguesa de Desportos (SP) e América (MG); 2003 - Marília (SP) e Brasiliense (DF) - Campeonato Brasileiro Série B, 17 jogos e 4 gols; 2004 - Paraná Clube (PR); 2005 - Portuguesa Santista (SP) e Noroeste (SP); 2006 - Bangu (RJ) e Cianorte (PR); 2007 - Imperatriz (MA). Despediu-se do futebol em abril de 2007, após uma passagem pelo Grêmio Barueri (SP).
Em 2010, tentou a carreira de treinador no Misto, de Três Lagoas (MS), mas foi por pouco tempo.








quinta-feira, 7 de maio de 2026

O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO BOTAFOGO: um empate heróico em 1989



BOTAFOGO 3 x 3 FLAMENGO
Campeonato Carioca
domingo, 7 de maio de 1989
Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Pedro Carlos Bregalda
Renda: NCz$ 59.348,00
Público: 26.928 pagantes
Gols: Zico, 18; Maurício, 37; Renato, 56; Alcindo, 67; Gonçalves (contra), 81 e Vitor, 87
BOTAFOGO: Ricardo Cruz, Josimar (Vitor), Wilson Gottardo, Mauro Galvão e Marquinhos; Carlos Alberto Santos, Luisinho e Paulinho Criciúma; Maurício, Milton Cruz (Mazolinha) e Gustavo. Técnico: Valdir Espinosa.
FLAMENGO: Zé Carlos, Jorginho, Gonçalves, Rogério e Leonardo; Ailton, Renato e Zico (Marquinhos); Alcindo, Bebeto e Zinho. Técnico: Telê Santana.






quarta-feira, 6 de maio de 2026

OLHO NO LANCE: River Plate 2 x 2 Botafogo - 1958


 
Lance do jogo River Plate 2 x 2 Botafogo, em 10 de setembro de 1958. A defesa do Botafogo, na foto representada por Nilton Santos e Servílio, teve muito trabalho com o atacante Onega, de 17 anos, que marcou os dois gols do clube argentino.
A ficha técnica desse jogo foi a seguinte:
 
RIVER PLATE (Argentina) 2 x 2 BOTAFOGO
quarta-feira, 10 de setembro de 1958
Local: Monumental de Nuñez, Buenos Aires (Argentina)  
Árbitro: Carlos Nai Foino
Gols: Quarentinha e Garrincha para o Botafogo e Ermindo Onega (2) para o River Plate
RIVER PLATE: Manuel Ovejero, Juan Carlos Malazzo e Federico Vairo; Juan Urriolabeitia, Julio Nuin e Pascasio Sola; Eliseo Prado, Ángel Labruna, Carlos Villagarcia, Ermindo Onega e Roberto Zárate. Técnico: José María Minella.
BOTAFOGO: Ernâni, Cacá, Domício e Nilton Santos; Servílio e Pampolini; Garrincha, Didi, Paulinho Valentim, Édison (Rossi) e Quarentinha. Técnico: João Saldanha.